RD - B Side
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

"Sometimes meaningless gestures are all we have"

domingo, outubro 31, 2010
EP#008



1. Ray LaMontagne - Let It Be Me
2. Kim Taylor - Lost And Found
3. Leftover Cuties - Game Called Life
4. Sarah Blasko - Hey Ya
5. Metrô & Balão Mágico - Não Dá Pra Parar A Música
6. Loituma - Ievan Polkka
7. Brian Tyler - Hawaii Five 0 (2010)

1 - Canção que marcou muito bem a despedida do personagem J.J. de Criminal Minds como comentado nesse post.

2 - Canção que encerra um episódio dramático de Flashpoint.

3 - Tema de abertura da série The Big C.

4 - Nova cantora australiana fazendo cover de Outkast.

5 - Canção especial da minha infância, gostava da banda Metrô. A canção é cover de uma do Village People, Can't Stop The Music, mas prefiro muito mais essa versão nacional.

6 - É ouvir para crer/curtir. Ou ver também.

7 - Atualização do tema de abertura de Havaí 5-0 para o remake do seriado.

BAIXE AQUI (36,9 MB)

Marcadores:



posted by RENATO DOHO 4:25 PM
. . .
Comments:
quinta-feira, outubro 28, 2010
Bon Jovi - Greatest Hits - The Ultimate Collection



26 hits de toda carreira + 4 músicas inéditas!

Disco 1

01. Livin' On A Prayer
02. You Give Love A Bad Name
03. It's My Life
04. Have A Nice Day
05. Wanted Dead Or Alive
06. Bad Medicine
07. We Weren't Born To Follow
08. I'll Be There For You
09. Born To Be My Baby
10. Bed Of Roses
11. Who Says You Can't Go Home
12. Lay Your Hands On Me
13. Always
14. In These Arms
15. What Do You Got? (INÉDITA)
16. No Apologies (INÉDITA)

Disco 2

01. Runaway
02. Someday I'll Be Saturday Night
03. Lost Highway
04. I'll Sleep When I'm Dead
05. In And Out Of Love
06. Keep The Faith
07. When We Were Beautiful
08. Blaze Of Glory
09. This Ain't A Love Song
10. These Days
11. (You Want To) Make A Memory
12. Blood On Blood
13. This Is Love This Is Life (INÉDITA)
14. The More Things Change (INÉDITA)

BAIXE AQUI

posted by RENATO DOHO 6:47 PM
. . .
Comments:
sexta-feira, outubro 22, 2010
Posts Antigos

A quem interessar possa: agora há ao final de cada página um "Older Posts", "Home" e "Newer Posts" para que a navegação fique melhor e todos os posts possam ser vistos (o arquivo mensal "comia" alguns posts). Os marcadores (mix tape, pesquisa literária, mensal, etcs) podem ser vistos completos, finalmente.

Aproveitando, participem da
pesquisa literária 2010! Obrigado.

posted by RENATO DOHO 4:08 PM
. . .
Comments:
quarta-feira, outubro 13, 2010
Wish List







posted by RENATO DOHO 8:42 PM
. . .
Comments:
domingo, outubro 10, 2010
J.J.



Por motivos tortuosos e, em última análise, burros mesmo, o estúdio despediu a atriz A.J. Cook do seriado Criminal Minds e assim perde-se o personagem que está desde o começo da série e era a base da equipe. A atriz foi ficando cada vez mais bela e madura conforme os anos passaram. O episódio de despedida da personagem foi há 2 semanas, mas só vi hoje e me pegou de surpresa, não sabia da notícia que infelizmente confirmei depois...

Toda a parte final, quando ela se despede da equipe é emocionante de duas maneiras, pelo personagem e pela atriz, pois tudo o que cada um fala com a personagem é na verdade para a atriz, por isso a emoção é em dobro.

E ela termina com um discurso que engloba esses dois lados, imagino quão árduo deve ter sido para ela fazer esse off... e como o que ela fala diz muito para todos nós.

"I'm thankful for my years spent with this family. For everything we shared, every chance we had to grow. I'll take the best of them with me. And lead by their example wherever I go. A friend told me to be honest with you. So here it goes. This isn't what I want but I'll take the high road. Maybe it's because I look at everything as a lesson. Or because I don't want to walk around angry. Or maybe it's because I finally understand. There are things we don't want to happen, but have to accept. Things we don't want to know, but have to learn. And people we can't live without, but have to let go." - Jennifer 'J.J.' Jareau

A tradução para algumas pessoas:

"Sou muito grata pelos anos passados com essa família. Por tudo que compartilhamos, todas as chances que tivemos de crescer. Vou levar o melhor deles comigo e seguir pelo exemplo deles onde quer que eu vá. Um amigo me disse para ser honesta com você. Então, aqui vai. Isto não é o que eu quero, mas vou pegar a estrada. Talvez porque eu encare tudo como uma lição. Ou porque não quero andar por aí com raiva. Ou talvez porque finalmente entendi que há coisas que não queremos que aconteçam, mas temos que aceitar. Coisas que não queremos saber, mas temos que aprender. E pessoas que não podemos viver sem, mas temos que deixá-las ir."


posted by RENATO DOHO 5:32 PM
. . .
Comments:
sábado, outubro 02, 2010
Stephen J. Cannell



Ainda surpreso com a notícia do falecimento (nesta quinta) não poderia deixar de homenagear ou simplesmente lembrar do trabalho de Stephen J. Cannell pois fui praticamente criado com suas séries e todas elas, boas e ruins, estão na minha formação.

A figura dele é típica do meio, onde vale mais o nome do produtor/produtor executivo, imprimindo um estilo mesmo que não tenha ligação direta com a feitura dos roteiros. Talvez o mais próximo dele hoje em dia seja David E. Kelley ou J.J. Abrams, pois ele não apenas produzia (como Jerry Bruckheimer faz) mas escrevia e criava séries numa certa linha (policiais, alguns com humor).

Os seriados que me acompanharam, mesmo que nem todos eu tenha visto todos os episódios (alguns apenas poucos episódios), são esses (as aberturas estão disponíveis ao clicar nos nomes dos seriados, vale ver todos para sentir o clima da época e ter uma noção de como era o seriado):

O Super-Herói Americano (The Greatest American Hero) (1981)

Até hoje curto a música de abertura, uma das melhores canções compostas para abertura de seriado já feitas. Passava no SBT. As atrapalhadas dele como super-herói que perdeu o manual de instruções da roupa que recebeu eram sempre divertidas. E ainda contava com uma bela parceira, meio Lois Lane.

Cara E Coroa (Hardcastle And McCormick) (1983)

Lembro pouco, era de dupla, um juíz mais velho e um jovem.

Esquadrão Classe A (The A-Team) (1983)

Nunca vi em seguida, acho que via tudo fora de ordem, mas não confundia. Era divertido e sempre havia tiroteio e carros tombando.

Tiro Certo (Hunter) (1984)

A musiquinha de abertura na Globo não dá pra esquecer. Era meio inspirado em Dirty Harry. Alguns anos depois saiu uma versão mais cômica bem parecida, Na Mira Do Tira.

Tempo Quente (Riptide) (1984)

O que lembro era que tinha um clima mais quente (Miami?) e era de dupla.

Contrato De Risco (Stingray) (1986)

Esse quase nunca via, lembro pouco.

Anjos Da Lei (21 Jump Street) (1987)

Eis o seriado que marcou muito minha vida. Creio que devo ao seriado um pouco da formação da minha visão ética de certos assuntos e da informação de outros (drogas, Aids, racismo, anabolizante, suicídio, desilusão amorosa, bullying, gangues, guerra civil, homossexualidade, aborto, etcs, etcs). Ainda mais que eu gostava bastante do personagem Doug Penhall e me identificava um pouco com ele. Hoje o seriado é mais lembrado apenas por ter feito a fama do Johnny Depp, mas foi muito mais do que isso.

O Homem Da Máfia (Wiseguy) (1987)

Somente fui ver a série quando mudou da Globo para a Record. Um primo via e elogiava muito (hoje é juíz), e talvez por isso só fui ver depois (em termos de seriados ele era Águia De Fogo e eu Trovão Azul, ele Ultraman e eu Ultraseven). Foi uma série excelente, a primeira a me trazer a noção de temporada já que cada uma delas continha um arco dramático bem definido (um pouco como Damages faz hoje). A angústia de sua vida como agente infiltrado até hoje poucos trabalhos (tv/cinema) conseguiram superar. O elenco fixo era mínimo e cada temporada entrava ótimos atores que mudavam tudo (conheci Kevin Spacey assim, seu Mel Profitt é memorável). Stanley Tucci, Jerry Lewis, Ray Sharley e outros se destacaram.

Booker (Idem) (1989)

Talvez um dos policiais mais posers das séries. Parecia mais um roqueiro de banda de hard rock do que policial. Ainda mais com Billy Idol cantando na abertura. Tinha mais um cuidado no visual da série do que em suas tramas. Foi um spin-off de Anjos Da Lei já que o personagem participou do seriado em alguns episódios e fez parte da equipe.

Paixões Perigosas (Silk Stalkings) (1991)

Crimes na alta roda. Era assim que o seriado foi vendido. A diferença era que os locais dos crimes eram mansões, clubes refinados, etcs. A policial tinha algo na cabeça que poderia a qualquer momento estourar e ela morrer. Também caprichava no visual.

The Commish (Idem) (1991)

Quando saiu The Shield eu estranhei muito ver Michael Chiklis como Vic Mackey no início, justamente por ter visto essa série onde ele era um comissário de polícia bonachão. Era um drama policial família com humor.

Os Justiceiros (The Hat Squad) (1992)

Três irmãos policiais que se vestiam com aqueles sobretudos longos e chapéus. Óbvio que era algo anacrônico, mas eu gostava.

O Renegado (Renegade) (1992)

Esse tinha o Lorenzo Lamas como um policial renegado que andava numa Harley pelas estradas com o cabelão ao vento (pra ver que o que importava era o visual que dava, nunca o realismo). Era da época dos vhs, onde episódios especiais saiam na locadora. Acho que só vi assim. Cannell participava atuando.

Cobra (Idem) (1993)

Um seriado com o Michael Dudikoff de cabelo clareado! Era ele, um carrão e só. As tramas eu nem lembro. Durou pouco.

Profit (Idem) (1996)

Talvez o seriado mais sério que Cannell produziu. Um dos melhores personagens já criados, por isso a série durou pouco. Aqui tínhamos um protagonista realmente sem moral, escrúpulos e caráter e mesmo assim acabávamos torcendo para que ele fudesse todas as pessoas inocentes e bem intencionadas (e outras nem tanto) que atrapalhassem seu caminho rumo ao poder. Todos os outros anti-heróis de seriados criadso depois sempre têm muitos lados positivos que amenizam sua atitudes (mesmo Tony Soprano, Morgan Dexter, Gregory House, Vic Mackey, etcs). Profit era diferente, era maquiavélico, frio e impiedoso. Não defendia nenhum valor e não tinha a quem ajudar a não ser ele mesmo. Sua narração em off era ótima, o que dava um clima muito diferente do que se passava na época na tv aberta.

Eis um bom resumo da carreira de Stephen J. Cannell que a Fernanda Furquim escreveu em seu blog.

Além do seriados e dos atores que lançou neles Cannell também deu muitas oportunidades para roteiristas e diretores se desenvolverem e hoje estarem espalhados em várias produções atuais pois ele sempre tinha um grupo de nomes que o seguia de seriado a seriado (vendo as aberturas dá pra notar que Mike Post fez a trilha de várias delas, por exemplo). São todos filhotes de Cannell.

Seu nome é um marco muito importante da história dos seriados e, agora, que seja sempre lembrado e comemorado.



posted by RENATO DOHO 3:28 AM
. . .
Comments:
sexta-feira, outubro 01, 2010
Setembro 2010

AMERICANOS

Amish Grace, Gregg Champion
Frozen, Adam Green
Letters To Juliet, Gary Winick
Mother And Child, Rodrigo García
My Son, My Son, What Have Ye Done, Werner Herzog
Night Skies, Roy Knyrim
Please Give, Nicole Holofcener
Predators, Nimród Antal
Stay Cool, Ted Smith
The Expendables, Sylvester Stallone
The Exploding Girl, Bradley Rust Gray
The Last Airbender, M. Night Shyamalan

EUROPEUS

Copie Conforme, Abbas Kiarostami
J'ai Tué Ma Mère, Xavier Dolan
Map Of The Sounds Of Tokyo, Isabel Coixet
My Last 5 Girlfriends, Julian Kemp
Shirin, Abbas Kiarostami
Wild Target, Jonathan Lynn

ORIENTAL

Jackie Chan Kung Fu Master, Gangliang Fang & Ping Jiang

DOCUMENTÁRIOS

Babies, Thomas Balmes
If God Is Willing And Da Creek Don't Rise, Spike Lee
I Knew It Was You: Rediscovering John Cazale, Richard Shepard
Louis C.K. Hilarious, Louis C.K.

Marcadores:



posted by RENATO DOHO 12:01 AM
. . .
Comments:


. . .