E eis um texto meu de 1998 não sei pra onde, mas que estava arquivado no word... Só que eu falo do final do filme, então se não quiserem ler antes de ver o filme...
Como sempre, as boas canções da Britney Spears dão em covers bem legais e inusitadas. Eis dois exemplos.
08.Jewel - No Good In Goodbye
Do novo álbum dela, Sweet And Wild.
09.Orianthi - Shut Up And Kiss Me
Da guitarrista que ficou mais conhecida por ter sido a escolhida por Michael Jackson para a turnê This Is It que nunca aconteceu. Ela faz um pop rock parecido com a Avril Lavigne, mas o diferencial é sua guitarra nos solos.
10.Chris Isaak - Somebody's Crying (Live At The Fillmore)
Do novo álbum Live At The Fillmore.
11.Robbie Williams & Joss Stone - Angels (Brit Awards)
Um dueto bem sucedido.
12.Shakira - Waka Waka 13.Buffalo Tom - Soda Jerk
Parte da Copa Do Mundo: o tema oficial da copa desse ano e uma antiga que fez parte de um comercial em que se jogava bola, aí sempre que a ouço só penso em futebol.
14.Kristin Scott Benson - Don't Tread On Me 15.Trans Siberian Orchestra - Nutrocker
Duas instrumentais. Uma ás do banjo e uma versão rock para Nutcracker.
Apesar de bem elogiada e ter visto cenas aqui e ali nunca me interessei realmente pela série, mas com a entressafra dos seriados, ainda mais daquelas de meia hora, e a facilidade de baixar os episódios resolvi ao menos ver a primeira temporada. Também teve o fato do Bruno Tapajos e a Claudia Croitor enaltecerem a série nospodcasts. Teve o lado bom que foi diminuir muito a impressão negativa que tenho do ator Jason Bateman, o protagonista. Ele sempre me passou a imagem de falso/traíra e seus personagens no cinema só reforçavam isso. No seriado ele é gente boa, o único filho de uma família rica que assume os negócios após o pai ser preso por negócios escusos. Achei a temporada boa, mas não a ponto de querer vê-la até o fim (foram só 3 temporadas) e não dei risada em nenhuma cena, muito mais sorrisos. O problema talvez são os personagens, não há um que desperte carisma. São desviados, mas quase caricaturas, é quase como se tivéssemos vários Michael Scotts (The Office) num só seriado. Nem os "normais" que seriam o protagonista e o filho se salvam: como ele aguenta aquela família? e como pode o garoto gostar da prima chata a ponto de ser um capacho dela? Eles se anulam constantemente. Eu até gosto da irmã, mas isso mais pelo fato da atriz ser a Portia De Rossi de quem passei a gostar em Ally McBeal. O pai então é feito por ator que eu quase odeio: Jeffrey Tambor. Muitas vezes vendo os episódios me pegava pensando se era pra eu achar graça das caricaturizações dos personagens: o irmão quase retardado, a mãe fdp, o irmão mágico trambiqueiro, a irmã fútil, o cunhado gay enrustido, etcs quando o que mais passava era angústia ao ver esbanjamento financeiro inconsequente e auto-sabotagens constantes. Pior que, ainda por cima, trocaram uma atriz coadjuvante, que seria a namorada do irmão que o protagonista se apaixona. Antes foi feita pela bela Leonor Varela e depois por uma outra totalmente sem sal, acabando com a ideia de que o protagonista realmente poderia se apaixonar por ela. As situações são previsíveis, sempre as coisas vão dar errado. Boas participações de Julia Louis-Dreyfus, Judy Greer e Liza Minnelli. Parece que Charlize Theron participou de alguns episódios nas temporadas seguintes (será que vejo por ela?). Enfim, não é ruim, mas também não achei aquela maravilha tão falada.
Carga Explosiva 3 (Transporter 3)
Se tinha dado tão certo no 2 por quê estragar ao inventar uma história complexa e sem graça nessa terceira parte? Quase nada se salva.
Garota Infernal (Jennifer’s Body)
O roteiro da Diablo Cody é bem fraco, não acrescentando novidade alguma. Vale pela dupla central de atrizes, Amanda Seyfried e Megan Fox.