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"Sometimes meaningless gestures are all we have"

segunda-feira, agosto 07, 2006
August 7, 4:15



Pela data vale relembrar a canção que Jon Bon Jovi compôs em memória à filha de seu amigo, Paul Korzilius, que foi morta na época que Jon fazia seu álbum solo.

A letra serviu de base para o curta Destination Anywhere dirigido por Mark Pellington que contou com presenças de amigos do Jon como Demi Moore, Annabella Sciorra, Whoopi Goldberg, Kevin Bacon e poemas de Terry Wolverton.

Eis uma versão acústica da canção, que acho até mais adequada. Participam Bobby Bandiera no violão e backing vocals e Lorenza Ponce no violino.

Link

Quem tiver curiosidade em saber como é a versão original, que é bem diferente (e um final bem mais dramático), só ouvir aqui.

[This song is dedicated to the memory of Katherine Korzilius]
[Sometimes God calls His angels ... too soon]

It was another day
Perfect Texas afternoon
Mother and two children play
The way they always do
As they raced home from the mailbox
A mother and her son
Against a little girl of six years old
The independent one

The deputies went door to door through all the neighborhood

They said I got some news to tell you folks
I'm afraid it ain't so good
Somehow something happened
Someone got away
Someone got the answers for what happened here today
Oh no, oh no, oh no no no no

Tell me it was just a dream - August 7, 4:15
God closed His eyes and the world got mean - August 7, 4:15

Now the people from the papers
And the local TV news tried to find the reason
Cop dogs sniffed around for clues
Someone shouted "Hit and run"
The coroner cried "Foul"
Her blue dress was what she wore
The day they laid her body down
Oh no, oh no, oh no no no no

Tell me it was just a dream - August 7, 4:15
God closed His eyes and the world got mean - August 7, 4:15

I know tonight that there's an angel up on Heaven's highest hill
And no one there can hurt you baby, no one ever will
Somewhere someone's conscience is like a burning bed
The flames are all around you
How you gonna sleep again?
Oh no, oh no, oh no no no no

Tell me it was just a dream - August 7, 4:15
God closed His eyes and the world got mean - August 7, 4:15

Tell me it was just a dream - August 7, 4:15
God closed His eyes and the world got mean - August 7, 4:15

posted by RENATO DOHO 12:45 AM
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domingo, agosto 06, 2006
Também sou fã da lonelygirl15!



Como não ser? Não conhece a
lonelygirl15? A musa do YouTube! O Ricardo Calil escreveu uma nota sobre ela.

Além de ser uma gracinha, ser expressiva, falar bem, ter ótimas caras e bocas e fazer vídeos engraçados ela é fã do Richard Feynman! Pô, assim é covardia...

Que ela ganhe um seriado na tv, pelo menos!

"Episódios" que indico:

First Blog
Proving Science Wrong!
Daniel Returns, And More Interesting Factoids (Yay!)
The Tolstoy Principle
Daniel The Neanderthal

Algumas pessoas acham que ela é fake, como esse cara, mas se for é mais brilhante ainda! Até o cara admite que de um jeito ou de outro a coisa é foda!

Bree! Bree! Bree!

posted by RENATO DOHO 11:14 PM
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sábado, agosto 05, 2006
The Wreckers - Stand Still, Look Pretty



Banda formada pelas cantoras Michelle Branch e Jessica Harp.

Single de trabalho:
Leave The Pieces.

Link pro álbum.

posted by RENATO DOHO 5:23 PM
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sexta-feira, agosto 04, 2006
Feeling The Heat

EW

EWEW

EWEW

EWEWEW

posted by RENATO DOHO 1:31 AM
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quinta-feira, agosto 03, 2006
Pesquisa Literária 2006 (Início)

Já fiz pesquisas em anos anteriores, como em
2004. É algo que gosto de saber, perguntar e divulgar. Quero ver se consigo boas listas este ano. Então, para começar, a pesquisa é saber quais os últimos 5 livros lidos e os 5 últimos livros que mais gostou (raras vezes acontecem de serem os mesmos 5 últimos lidos). Vale tanto apenas a nomeação dos livros e autores quanto pequenos comentários sobre cada um (que sempre são melhores, contextualizando a leitura, reforçando a indicação, etcs). Como em 2004 recebi umas 23 listas eu aguardo receber 25 listas antes de publicar por aqui. Mandem as listagens para o e-mail renatodoho@yahoo.com.br junto com nome e se tiver blog coloque o link junto. Agradeço desde já todos que participarem.

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posted by RENATO DOHO 1:50 AM
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A "famosa" lista de desconhecidos



Uma atualização da lista já publicada por
aqui.

O que coloquei de lá pra cá:

Estranhos e Originais:

Denial – O Lado Escuro Da Paixão (Denial)
Êxito Fugaz (Young Man With A Horn)
Huckabees – A Vida É Uma Comédia (I Love Huckabees)
Mickey One (Idem) *
O Solitário Jim (Lonesome Jim)
Palavras De Amor (Bee Season)
Patrulha Da Montanha (Kekexili)
Roger O Conquistador (Roger Dodger)
Visitors (Idem)

Relacionamentos:

ABC Do Amor (Little Manhattan)

Realmente Bons:

Memórias Do Subdesenvolvimento (Memorias Del Subdesarrollo)
O Milagre De Anne Sullivan (The Miracle Worker) *

* - não disponível em vídeo/vhs

posted by RENATO DOHO 1:43 AM
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terça-feira, agosto 01, 2006
Terra Fria (North Country)

Quando vi Encantadora De Baleias disse que era um filme simples e bonito. Agora já numa produção maior não dá pra dizer que é simples e nem que o ambiente seja bonito, mas o filme fica entre o competente e o significativo. Já vimos esse tipo de história e nada nele vai realmente se destacar como novo. O que mais conta é apenas a transposição para a ficção de um caso real sem que isso se torne um telefilme (sem desmerecer telefilmes que muitas vezes se mostram melhores que muitos filmes por aí). O tema ainda toca algo importante, infelizmente, a coisa do assédio sexual em ambiente de trabalho e a opressão nas mulheres em conviver num meio masculino. Isso quando bem trabalhado dá em ótimas histórias (a série Prime Suspect é excelente e fala sobre o assunto com a chegada de uma mulher para comandar uma equipe policial inglesa masculina e machista). Talvez a melhor qualidade de Niki Caro é saber trabalhar atores pois consegue um bom desempenho geral. O tom feminista também parece ser uma marca forte sua. E cenas emocionais. Mesmo que ela evite há cenas claramente não há como não ficar engasgado. Neste filme isso ocorre algumas vezes e funcionou comigo na cena com o pai na reunião dos trabalhadores (e também na cena seguinte ao relato revelador no tribunal novamente com o pai, já na casa dele). Destaco o grande Richard Jenkins, um coadjuvante que sempre gosto de ver atuando, que consegue uma variedade de personas e tipos, mas é a personificação de um pai. Às vezes ele é odioso, outras engraçado, outras bobão, outras sério, outras sensível, ele é demais! Recentemente ele é mais conhecido como o pai sempre presente da série Six Feet Under. Nesse filme ele consegue mudar o seu personagem sutilmente, aparentemente ele encarnava todo pessoal masculino daquela comunidade, chegando até a ser desprezivelmente machista, só que vai se transformando muito bem no decorrer da trama. Charlize Theron não precisou ficar feia para ter uma boa interpretação, convence até como mãe. O elenco de apoio conta com gente como Frances McDormand, Sean Bean, Woody Harrelson, Sissy Spacek e até Michelle Monaghan. Há cenas que deixam o espectador puto, principalmente as que a personagem de Charlize não revida ataques físicos ou verbais, mas percebemos depois que é algo que foi construído pelos traumas passados ou realmente é parte de sua personalidade. Mesmo porque é muito mais comum ver pessoas assim do que aquelas que na hora conseguem soltar frases de impacto ou revidar logicamente em situações de stress, isso fica bonito nas telas, mas é raro acontecer na vida real, por mais frustrante que isso seja. Além filme pensa-se na discriminação não só feminina (que até hoje é grande, mas pouco falada) mas de qualquer minoria que não faça parte do grupo maioritário que detém de alguma forma o poder. Em como conseguem ou tentam minar a credibilidade da pessoa ou pessoas. Penso em situações de escola, de trabalho, de times / organizações / clubes, de família, de sociedade, de política... Duas cenas parecem construídas, que parecem não ter ligação com o real e por isso podem parecer forçadas ou melodramáticas: a conversa de Sean Bean com o garoto e logo a seguir a conversa de Charlize com o filho. Mesmo que eu não tenha particularmente desgostado as cenas ficam como alvos claros para críticas e poderiam ser resolvidas de outra forma. Algumas cenas do tribunal vão um pouco além do real e servem apenas para propósito narrativo, poderia se ater aos autos do processo que continuaria forte, como ficou pode irritar muito pessoas mais ligadas em direito. Por essas e outras que muitos criticaram o filme por se afastar do caso real e dar toques melodramáticos na história do trauma da protagonista e da relação dela com o filho enquanto a assunto do assédio sexual fica de lado. Não vi sentido para a cena final, quando poderia muito bem acabar lá no tribunal mesmo, fica-se achando que algo ruim vai acontecer com a mãe e o filho e não é isso que deveria marcar o sentimento do espectador ao deixar o filme. Ah, ia esquecendo das várias canções de Bob Dylan que tocam durante o filme.


posted by RENATO DOHO 12:41 AM
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