sexta-feira, junho 30, 2006
Emil Anton Bundesmann, 30 de Junho de 1906

1942: Dr. Broadway (Idem). 1942: Moonlight In Havana. 1943: Orfãos Da Fama (Nobody's Darling). 1944: My Best Gal. 1944: Strangers In The Night. 1945: The Great Flamarion. 1945: Canta–Me Teus Amores (Sing Your Way Home). 1945: Two O'Clock Courage. 1946: The Bamboo Blonde. 1946: Strange Impersonation. 1947: Desesperado (Desperate). 1947: Railroaded. 1947: Moeda Falsa (T–Men). 1948: He Walked By Night. 1948: Entre Dois Fogos (Raw Deal). 1949: Mercado Humano (Border Incident). 1949: À Sombra Da Guilhotina (Reign Of Terror _ The Black Book). 1949: Pecado Sem Mácula (Side Street). 1950: O Caminho Do Diabo (Devil's Doorway). 1950: Almas Em Fúria (The Furies). 1950: Winchester '73 (Idem). 1951: Conspiração (The Tall Target). 1952: E O Sangue Semeou A Terra (Bend Of The River). 1953: O Preço De Um Homem (The Naked Spur). 1953: Borrasca (Thunder Bay). 1954: Música E Lágrimas (The Glenn Miller Story). 1955: Região Do Ódio (The Far Country). 1955: Comandos Do Ar (Strategic Air Command). 1955: Um Certo Capitão Lockhart (The Man From Laramie). 1956: O Tirano Da Fronteira (The Last Frontier _ Savage Wilderness). 1956: Serenata (Serenade). 1957: Os Que Sabem Morrer (Men In War). 1957: O Homem Dos Olhos Frios (The Tin Star). 1958: O Pequeno Rincão De Deus (God's Little Acre). 1958: O Homem Do Oeste (Man Of The West). 1960: Cimarron (Idem). 1961: El Cid (Idem). 1964: A Queda Do Império Romano (The Fall Of The Roman Empire). 1965: Os Heróis De Telemark (The Heroes Of Telemark). 1968: O Espião De Dois Mundos (A Dandy In Aspic).
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Body Count - Murder 4 Hire

July 28
Produced by Ernie C & Ice-T
01. Invincible Gangsta 02. The End Game 03. You Don’t Know Me (Pain) 04. The Passion Of Christ 05. In My Head 06. D Rocs (RIP) 07. Murder 4 Hire 08. Down In The Bayou 09. Dirty Bombs 10. Lies 11. Relationships 12. Mr. C’s Theme
Link
Pra quem não lembra da banda só ver o clipe de Body Count's In Da House (apesar dos palavrões estarem cortados ainda assim vale ver). Ou baixar o primeiro clássico álbum.
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segunda-feira, junho 26, 2006
I'm Tony Montana

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sábado, junho 24, 2006
The Wonder Years - A&E Biography

Todo fã da série deve baixar esse documentário. Já falei dele aqui. São 43 minutos de duração. A versão postada anteriormente estava sem legenda, esta tem legenda.
Link
Aproveito e deixo alguns links de episódios memoráveis que valem ser vistos e revistos (estão dublados):
003 - O Escritório Do Meu Pai 021 - A Quadrilha 034 - Você Não Entende Nada De Mulheres 066 - O Acidente
Quem não consegue não chorar e chorar ao ver o final do episódio 66?
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quinta-feira, junho 22, 2006
Impulsividade (Thumbsucker)
Cine indie com acertos e erros, sendo o maior erro a presença mais do que a desnecessária de artistas conhecidos. Por isso o maior acerto é a escolha do protagonista. Aquela família soa falsa, o dentista soa falso (Reeves saindo de uma sessão de Matrix dando uma de filósofo zen), a estrela drogada soa falsa... Se não exatamente falso fica menos envolvente ou convincente com o drama do personagem. Ao menos a trilha é boa.
No Rastro Da Bala (Running Scared)
Apesar da boa impressão de The Cooler e os elogios diversos não gostei quase nada deste novo filme do Wayne Kramer, uma quase decepção. Engraçado que vão aparecendo uns filmes que parecem seriados na forma, este parece ter a estrutura de 24 Horas (ou melhor dizendo, os sub-produtos gerados pela série) com efeitos de CSI (rewinds, flash-forwards, zooms, imaginação de situações, fotografia). Kramer parece estar querendo se exibir, mesmo que pra nada, junto com a temática niilística parecia que estava vendo Irreversível (algumas tomadas parecem idênticas). Os personagens são bem caricatos e esteriotipados e o protagonista não apresenta sequer uma ligação com o espectador para que ele se importe com a procura da arma ou do menino (o que acaba com qualquer cena que possa ser tensa ou enervante). Se 24 Horas já força a barra em 24 episódios imagine concentrar tudo num filme só, dá-lhe coincidências, acasos, azares e sorte chegando ao ponto de virar uma comédia involuntária (daqueles tipos onde se o filho se mostrasse agente mirim do FBI, a esposa uma andróide e o pai semi morto o verdadeiro chefão por trás de tudo não causariam espanto algum). Só comparar o tiroteio inicial (onde não temos espectativas) que é muito bem feita (ao menos algo é elogiável) e a última que parece desfile pastelão com sangue (mas quem acha graça?). Sendo esse o caso, melhor ver o início apenas, aqui. Certos trechos e o final mostram a influência dos contos de fada, mas só revelam o quanto é esquizofrênico o projeto, nunca se definindo e por isso se auto-anulando a cada mudança (o que era pra ser sério fica ridículo, o que era pra ser engraçado fica de mau gosto, o que era pra ser realista fica irreal e o que seria fantasioso soa deslocado). O roteiro (?) nem pode realmente ser analisado pelos furos, absurdos e falas pobres, ainda mais se levarmos à sério os plot points (e o final), daí vemos que tenta enfiar assuntos "quentes" (pedofilia, patriotismo, corrupção, drogas, infância) para não chegar a reflexão alguma sobre eles. Se compararmos com The Sopranos que consegue brilhantemente fazer essa mistura do sério com o humor (além de dezenas de outros tópicos aparentemente que não combinam), falando do mesmo tipo de gente (pequenos mafiosos de Jersey), o abismo de diferença se mostra maior ainda. Há uma graphic da parte inicial que até poderia ser o campo mais apropriado para o projeto. Quando vi o nome de Brett Ratner no filme não pude deixar de pensar que o cara está se especializando em entretenimentos movimentados, mudernos e vazios.
O Zodíaco (The Zodiac)
Meio que aperitivo para o filme de David Fincher sobre o mesmo assunto, o famoso caso do serial killer zodíaco, até hoje um mistério. Não foge muito dos fatos reais, mas erra ao concentrar ou estabelecer a família do investigador como base para todo o roteiro, quando isso é o que menos importa e é o mais irreal da história. As matanças ocorreram em diversos locais e com diversos suspeitos, então várias forças investigativas estavam no caso, mais vale um retrato geral ou, como Fincher vai fazer, focar num dos suspeitos (o que também não acho uma boa opção, mas é melhor do que a tomada por esse filme). Mesmo não sendo telefilme as mortes não são mostradas como realmente foram (ou o mais próximo disso) ficando quase banais. O jogo que o assassino fez com a mídia e a polícia poderiam ser melhor exploradas. E o filme, como o caso, termina meio sem resoluções. Não deixa de ser interessante para quem curte a historiografia de serial killers.
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quarta-feira, junho 21, 2006
Freaks And Geeks

Essa elogiada série feita em 1999 e que durou apenas 18 episódios (até 2000) está sendo reprisada no Multishow. Vale conhecer. É uma mistura de The Wonder Years com My So-Called Life. Acompanhamos um grupo de jovens estudantes vivendo no começo dos anos 80 em especial um casal de irmãos, ela mais velha e inteligente (uma Angela Chase) e ele (um Kevin Arnold) com dois amigos nerds (um deles um Paul Pfeiffer mais geek), ambos deslocados no ambiente escolar (por isso o título do seriado). O ritmo de cada episódio (uma hora) e a presença musical lembram bastante a série com a Claire Danes, inclusive há uma banda e um Jordan Catalano wannabe. Mas a série não gira em torno somente deles, há cenas com outros da turma sem a presença dos irmãos. Pelo andamento mais lento e sem que aconteça muita coisa a série vai conquistando aos poucos, a primeira impressão é que são muito geeks, inclusive enfrentando situações geeks (como não querer tomar banho após a educação física no vestiário com todo mundo). São as atuações e os roteiros que seduzem. A trilha musical é recheada de músicas da época (The Who, Bob Seger, Van Halen, Styx, Journey, Billy Joel, Cheap Trick, Kiss, Queen, David Bowie, Grateful Dead, etcs). Falando nisso ouçam o ótimo tema de abertura da Joan Jett.
Tive surpresas com o elenco. Apenas James Franco ficou mais conhecido (o Harry Osborn dos filmes do Homem Aranha). Pra quem viu Dawson's Creek vai lembrar da Busy Philipps fazendo a namorada de Franco. Linda Cardellini, a irmã, nem imaginaria que depois foi a Vilma nos filmes do Scooby Doo, no seriado ela está bem interessante (não sei nos dias de hoje). John Francis Daley, o irmão, eu conheço de uma série de episódios que fez em Boston Public um ano após o término de Freaks And Geeks. Mas a surpresa mesmo veio de Natasha Melnick que faz a cheerleader em 10 episódios, ela depois também fez Boston Public, só que bem mais tarde (4 anos depois) e o personagem dela (em 4 episódios) era apaixonante, Rainy Murphy, uma rebelde meio gótica que uma professora adota depois de conhecê-la; ela está jovenzinha no seriado, mas bem reconhecível, em papel totalmente diferente. 16 anos em Freaks, 20 anos em Boston, cada vez melhor, espero vê-la mais por aí.
Os horários no Multishow são estranhos, mas só programar para gravar. E não há problema em começar a ver agora (está no nono episódio). Eu não peguei os episódios iniciais e em três episódios já estou bem familiarizado. Espero que o canal reprise desde o início quando a temporada acabar (vou sugerir uma maratona num fim de semana).
O bom que, ao contrário de My So-Called Life, o criador (Paul Feig) teve tempo de bolar um final para o seriado, podendo tanto ser o final quanto uma janela para outra temporada.
Lá fora o seriado saiu completo em dvd que contém extras bem interessantes incluindo 29 comentários em aúdio (e são apenas 18 episódios) de todo mundo envolvido com o seriado (criador, diretores, roteiristas, elenco, parentes do elenco, executivos do canal, fãs obsessivos...), o corte original do piloto, cenas cortadas, outtakes, etcs dando um total de 40 horas de material adicional (claro que contando as durações de cada comentário). E há uma edição de colecionador que nem sei se pode ser encontrado ainda com mais 2 dvds de extras, a embalagem como se fosse um yearbook e um preço bem salgado (mais que o dobro da caixa normal). Isso é apenas uma amostra do tamanho do culto que a série adquiriu no decorrer dos anos. Ah, importante é que parece que a trilha se manteve intacta, não teve que fazer substituições por conta de direitos autorais (muitas séries enfrentaram esse problema, Wonder Years sendo uma delas).
Os horários:
Multishow Segundas, 14:30 Quintas, 04:30 e 15:30
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terça-feira, junho 20, 2006
American V: A Hundred Highways

Um lançamento inesperado. Achei que com a caixa Unearthed a série American Recordings estaria completa. Parece que este é mesmo o último álbum que Cash gravou. Entre as canções há uma do Bruce Springsteen.
01. Help Me 02. God's Gonna Cut You Down 03. Like The 309 (the last song Johnny wrote & recorded) 04. If You Could Read My Mind 05. Further On Up The Road 06. The Evening Train 07. I Came To Believe 08. Love's Been Good To Me 09. A Legend In My Time 10. Rose Of My Heart 11. Four Strong Winds 12. I'm Free From The Chain Gang Now
ATUALIZAÇÃO: eis o link pro álbum.
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