RD - B Side
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"Sometimes meaningless gestures are all we have"

domingo, março 18, 2007
Dolores O’Riordan - Are You Listening?



01. Ordinary Day
02. When We Were Young
03. In The Garden
04. Human Spirit
05. Loser
06. Stay With Me
07. Apple Of My Eye
08. Black Widow
09. October
10. Accept Things
11. Angel Fire
12. Ecstasy

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posted by RENATO DOHO 12:14 AM
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sábado, março 17, 2007
Um Bom Ano (A Good Year)

Quase que um filme de descanso de Ridley Scott, uma comédia romântica em bela paisagem, várias brincadeiras com a câmera, com a montagem, com as referências cinematográficas, com a trilha e o uso das canções, e os momentos soltos de interpretação do elenco. Se já é estranho isso vindo de Ridley também causa pequena surpresa vir de Russell Crowe. Uma das melhores qualidades do filme é a escolha de Ridley (não só aqui) do elenco quase que desconhecido, se limitando ao protagonista e Albert Finney dos realmente famosos. As mulheres Marion Cotillard (grande motivo para se mudar de vida), Abbie Cornish (uma graça) , Archie Panjabi e Isabelle Candelier são os destaques. Nos homens não dá pra não achar ótimo a presença de Jacques Herlin, o Papa Duflot. Ridley tem faro para escolher novos atores antes que fiquem famosos, geralmente quando a pessoa fez algum filme que chamou atenção mas ainda não estourou (como Eric Bana em Falcão Negro Em Perigo após Chopper e antes de Hulk e Munique ou Brad Pitt, Alison Lohman, Djimon Hounsou, Viggo Mortensen, Eva Green e outros). Mais uma vez temos alguém deslocado de seu habitat natural tendo que "duelar" não só com outras pessoas nesse novo ambiente mas também dentro de si chegando a um novo patamar, mas de maneira alguma definitivo, espalhando um pouco de esperança e desconfiança (algo tipicamente inglês?) ao mesmo tempo quanto ao futuro.

Estranha Família (Winter Passing)

Jovem atriz volta para casa atrás de algumas valiosas cartas que uma editora quer publicar e encontra o pai, famoso e recluso autor, morando na garagem enquanto um guitarrista frustrado e uma ex-aluna do escritor estão na parte oficial do lar. O escritor (Ed Harris) é bem inspirado em J.D. Salinger, inclusive no nome, Don Holden. A fascinante
Zooey Deschanel faz a filha. Foi o motivo para se ver esse filme. Zooey tem aquela qualidade de parecer comum, a garota da porta ao lado, e mesmo assim ser apaixonante. Como é a Jenna Fischer (The Office) e algumas outras. A questão pai e filha se sobressai, principalmente de uma filha que teve pais intelectuais e artistas (assim lembra um pouco A Lula E A Baleia pois é o mesmo tipo de família e criação). Por milagre Will Ferrell está no filme e não estraga tudo. Deve ser seu papel mais sério e o mais convincente. Não há grandes reviravoltas (bem cine indie mesmo) e o final é suave com canções bem escolhidas.

Apenas Amigos (Just Friends)

Simpática comédia romântica onde Ryan Reynolds é um jovem gordo, tímido e sensível que é apaixonado por sua melhor amiga, Amy Smart, mas não declara seu amor. Quando o faz a coisa é traumática e ele some da cidadezinha que fica em New Jersey (há uma citação de letra do Bruce Springsteen, claro). Anos depois, vivendo em Los Angeles, fazendo sucesso como produtor musical, magro e galinha ele sem querer acaba em sua cidade natal junto com uma jovem estrela da música (Anna Faris faz uma imitação de wannabe Britney Spears hilária) por causa de um problema com o jatinho particular. Assim ele reencontra antigos amigos, a mãe e, claro, seu grande amor que agora é garçonete de um bar. O personagem de Chris Klein é um antagonista bem divertido pois também era um loser quando adolescente e também apaixonado pela Amy e agora é um boa pinta cheio de qualidades: trabalha num hospital resgatando vítimas de acidente, chora ao ver Diário De Uma Paixão no cinema, toca violão muito bem , é querido pelas crianças, faz trabalho voluntário, é educado e atencioso. O antagonista chega a fazer o protagonista ser um zero à esquerda apesar de tudo o que conquistou. Claro (e pena) que o filme tenha que implodir algumas coisas para que voltemos a torcer pelo mocinho. Uma coisa meio esquisita é que Ryan Reynolds mesmo na fase adulta, mudado, ainda tem trejeitos de nerd meio afeminado (ele, na vida real, foi até noivo da Alanis Morissette, se é que isso explique algo) perdendo alguns créditos em tentar nos fazer acreditar que é um garanhão insensível e todo posudo. Anna Faris, para sorte dos atores, mete a língua em quem for beijá-la como forma de exagerar sua persona. O filme tenta se equilibrar no humor escrachado e no romance açucarado e até que não se sai mal.

posted by RENATO DOHO 7:06 AM
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O Desafio em dvd!



Que boa notícia! Em Junho nos EUA. Aqui? Sei lá. É a série que gerou Boston Legal, mais séria com interpretações dramáticas muito boas do elenco e assuntos mais pesados. Fora as várias qualidades do seriado (afinal é criação de David E. Kelley) o diferencial era apostar em colocar advogados de defesa como protagonistas e tentar compreender o trabalho extremamente cheio de preconceitos que eles exercem (era uma pequena firma que defendia criminosos, traficantes, estupradores, assassinos, etcs). O elenco era de peso: Dylan McDermott (o caráter dele era cativante), Steve Harris, Camryn Manheim, Lisa Gay Hamilton, Michael Badalucco, Kelli Williams (minha favorita), Lara Flynn Boyle, Marla Sokoloff e Jessica Capshaw (três deles dirigiram episódios: Dylan, Kelli e Lisa). Sem contar nas marcantes presenças dos atores que faziam os juízes, promotores e clientes. Inclusive Michael Emerson impressionou fazendo um cliente aterrorizante que participou de vários episódios. Muito do Ben de Lost vem desse papel. A série durou 8 temporadas sendo que a última era mais de transição para Boston Legal com James Spader e William Shatner participando ativamente e os outros deixados mais de lado. David E. Kelley escreveu episódios para todas as temporadas o que não é comum, pois ele geralmente vai largando a criação para tomar conta de outra série, voltando de vez em quando. E se lembrarmos que na época ele também escrevia Ally McBeal (em tom completamente diferente) Kelley deve lembrar desse período como estafante.


posted by RENATO DOHO 7:03 AM
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quinta-feira, março 15, 2007
Jornada Nas Estrelas - Memórias (Star Trek Memories)



Ótimo livro que William Shatner escreveu (junto com Chris Kreski) sobre a feitura da série Jornada Nas Estrelas. Não ficou apenas com suas memórias, foi atrás dos envolvidos para depoimentos, assim o elenco, a equipe técnica, os produtores e a viúva de Gene Roddenberry participam. Muito legal ver toda a trajetória do seriado que teve apenas três temporadas mas que marcou uma época e virou algo muito além do que todos esperavam. As descrições da feitura dos episódios e os enormes problemas servem não só para Star Trek mas para muitos outros seriados. Como é esgotante o processo industrial televisivo e como é a batalha entre criação e emissora. Seria muito legal que todos os protagonistas de uma série famosa depois de anos após o seu término relatassem suas memórias com o bom humor e a sinceridade que Shatner conseguiu fazer, não se esquivando de mostrar as críticas de seus colegas de elenco para com ele próprio (apenas Jimmy Doohan se recusou terminantemente a falar com Shatner para o livro), desglamourizar Roddenberry e dar crédito à vários outros responsáveis sem reconhecimento e mostrar o outro lado do produtor da terceira temporada que até hoje é visto muito negativamente, como o responsável pela morte do seriado. O último capítulo é particularmente emotivo com Shatner sendo confrontado pelos colegas de elenco por nunca ter realmente ficado amigo daquelas pessoas e ter atitudes que pareciam ser arrogantes e frias. Apenas através do livro pôde ver o quanto não conhecia aquelas pessoas tão próximas (ao menos profissionalmente) e como eram pessoas queridas e interessantes; se arrepender de não ter tido um relacionamento melhor com todos eles; se abrir e falar de sua relação distante com Roddenberry e declarar que sempre achou que Gene não gostava dele (o que Majel, a viúva, nega). Ver como um projeto tão querido pelos fãs era tão longe do que poderia ter sido (ainda mais pessoalmente) para aqueles que trabalham nele. Dá vontade de rever os episódios ou ver aqueles ainda não vistos (e acho que vi poucos da terceira temporada) agora que sabemos o que cada episódio sofreu para ser completado. Para fãs do seriado é leitura obrigatória e para aqueles que conhecem só um pouco da série mas têm interesse em seriados e seus bastidores também vale a leitura já que duvido que mesmo nos seriados atuais muitas das coisas ainda não continuem acontecendo do mesmo jeito. Shatner logo depois escreveu o livro de memórias sobre os filmes de Jornada Nas Estrelas para o cinema que já comecei a ler.

Falando de Shatner já tinha essa impressão, que após a leitura do livro ficou mais forte: como ele é um raro ator de seriado de sucesso que conseguiu escapar da imagem de seu personagem mais famoso. Se no cinema não conseguiu algo marcante (apesar das participações hilárias em Miss Simpatia 1 e 2) na tv ele marcou época com James T. Kirk, T. J. Hooker (lembram? Carro Comando!) e Denny Crane (Boston Legal), isso sem esquecer de sua apresentação de Emergência 911! E são personagens bem diferentes um do outro (Crane mais do que Hooker e Kirk que têm mais semelhanças). E como T.J. Hooker ele fez mais episódios (90) e temporadas (5) do que como Kirk (79 / 3) e Crane (65 / 3). Mais provável alguém soltar um "Denny Crane!" ao encontrá-lo do que alguma referência à Star Trek nos dias de hoje. Por essas e outras acho Shatner ainda subestimado. E lembrando que semana que vem ele faz 76 anos (e Crane mais parece um cara chegando aos 60 anos!)!

Nota: pouco tempo atrás ainda era possível achar os dois livros (sobre a série e sobre os filmes) por 9,90 nas estantes das Americanas. Um incentivo a mais para adquirí-los e lê-los.


posted by RENATO DOHO 12:12 AM
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terça-feira, março 13, 2007
Etcs



Saindo por aqui. Os temas da apresentação:

01. Os Intocáveis
02. Era Uma Vez Na América
03. A Lenda Do Pianista Do Mar
04.
Cinema Paradiso
05. H2S
06. Os Sicilianos
07.
Numa Noite, Um Jantar
08. Numa Noite, Um Jantar (Uno Che Grida Amore)
09.
Maddalena
10. Era Uma Vez Na América (Cockeys Song)
11.
Três Homens Em Conflito
12.
Era Uma Vez No Oeste
13. Quando Explode A Vingança
14.
Três Homens Em Conflito (Ecstasy Of Gold)
15. Canone Inverso
16. Investigação Sobre Um Cidadão Acima De Qualquer Suspeita
17.
Páginas Da Revolução
18. A Classe Operária Vai Ao Paraíso
19. Pecados De Guerra
20. O Deserto Dos Tártaros
21. A Missão

Bruce Springsteen - Once Upon A Time In The West
Nine Inch Nails -
Just Like You Imagined
Trading Yesterday - One Day
Andrea Ross
- Moon River
Brooke Fraser - Deciphering Me
Dixie Chicks - The Neighbor
Melanie C - I Want Candy

Canções isoladas baixadas.









Álbuns recentemente baixados.



A Tarde Azul, de William Boyd que está nos planos de Brian De Palma adaptar pras telas pode ser achado por 9,90 por aí.



Adquirido: Entre Aspas - Diálogos Contemporâneos, de Fernando Eichenberg. Não aparece na capa, mas tem até Eric Rohmer, Pierre Boulez, Ismail Kadaré, Jean-Pierre Jeunet, Michel Piccoli e outros.



Livro saindo lá fora.



Baixei ao invés de comprar: O Mundo É Mágico - Bill Watterson.



Saiu na coleção pocket da L&PM.


posted by RENATO DOHO 12:21 AM
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sábado, março 10, 2007
Apocalypto (Idem)

Apesar de ser uma boa aventura esperava mais do novo filme de Mel Gibson, principalmente após A Paixão De Cristo (único filme dele como diretor que achei ótimo). Os olhares continuam guiando boa parte das ações, o corpo se martirizando também continua assim como a defesa da família e o espírito revanchista. Falta algo a mais em projeto tão grandioso. Tudo soa mais exótico do que com significado, o aspecto antropológico, temporal e de localização fica quase en passant se concentrando mais na ação, na caça que vira caçador (podendo ser em qualquer lugar ou tempo). E aquele começo é muito Cidade De Deus hein! Algumas atitudes do pessoal da tribo já soam deslocadas, moderninhas para criar um sentimento de familiariedade com o espectador (afinal ele já está estranhando o dialeto e as legendas). E no meio da brincadeira uma posição bem de acordo com o diretor: o homem é quem consegue gerar filhos, caso contrário, é motivo de humilhação geral (Mel com seus 10 irmãos e 7 filhos não tem como não negar essa crença). O desenvolvimento da história patina com uma hora de duração, só voltando a engatar de volta na parte final. Parecia que estava vendo O Predador em todas aquelas ações de Jaguar Paw (com direto até à John Woo!), nem faltou o corpo coberto de lama e o pulo nas cataratas (O Fugitivo?). Os melhores momentos são as tomadas em câmera lenta e os pontos de vista de Deus que descem para localizar a ação, isso para compensar a confusão das picotagens nos momentos mais agitados. A violência em nenhum momento chega a ser forte (bem mais explícito e forte com Cristo) e quando aparece geralmente é para satisfação geral (algum vilão morrendo). O filme não querendo se passar por documentário também abre espaço para não ligarmos muito para o contexto que aquela história se passa, o que vale é o jogo de gato e rato.

Babel (Idem)

Eu nem veria o filme no cinema, esperaria sair em dvd, mas Cate Blanchett e uma parte da ação se passando no Japão ajudaram a enfrentar mais um filme do Iñarritu. Cate, coitada, nem atua muito, passa deitada e sangrando boa parte do tempo. Já a parte japonesa se mostrou a única coisa interessante do filme (e bem deslocada, com um fiapo de ligação com as outras histórias). Se destacada das outras partes até poderia ser considerada boa. A moça nem age muito idiotamente ou acaba estuprada pois tomou alguma droga ou deu mole pra um qualquer da rua ou se mata ao final, sem parece filme do Iñarritu hehe Mesmo assim até neste segmento no cerne da coisa, lá no fundo, não diz muita coisa. Já o resto... As "melhores" partes são as atitudes do personagem do Gael García Bernal e a polícia atirando pra matar nos fugitivos (nem uma parada pra dizer que deviam se entregar ou tiros de advertência, queriam eliminar mesmo). É bom não ir ao Marrocos fazer turismo, a não ser que a pessoa queira ser baleada e queira mijar em uma bacia e assim salvar um casamento em crise! E é bom não ter mexicanas como babás, mesmo que trabalhem há anos sempre fazem cagada, ainda mais quando os parentes inconsequentes delas aparecem, essas famílias mexicanas... e seus filhos ficarão traumatizados ao ver outro mexicano na vida. Apesar das narrativas com tempos diferentes tudo é bem linear (e pior, além de saber qual segmento vai aparecer dá pra adivinhar até qual momento veremos no segmento que começa) e captadas de forma comum (mais uma vez diferenciando o Japão, um pouco mais contagiada pela multiplicidade visual da cidade, das boates e da arquitetura). Poderia-se se pensar no filme estruturado em pequenas histórias, não entrecruzadas, como mini curtas, que seria até mais interessante (mas os personagens e o que se conta ainda assim estragariam tudo já que Amores Brutos já era assim) ou ao menos que não houvesse lineariedade nos segmentos em si, podendo ter momentos passados ou futuros espalhados, mas ligados por algo mais que uma história à contar. Ao final quem se dá mal mesmo são os marroquinos e mexicanos e todos se voltam para algo fechado (a família em destaque mas que pode simbolizar guetos, países e nacionalidades) - os americanos ficam juntos, agora sem a mexicana que volta para o filho e o país de origem e pai e filha japoneses se abraçam ao final - pois a abertura ao outro traz problemas, traumas e confusões. O mais irônico é que se realmente Iñarritu acredita no que passa pelo filme, a tal babel, as comunicações falhas entre os humanos, o pessimismo meio arrogante (que aquela dedicação ao filhos deixa explícita: tudo é escuridão, menos os filhos) então a própria idéia de se fazer um filme é ridícula ou mesmo um fracasso esperado (que ele não quer) pois o filme também deveria transmitir essa não comunicação, mas é conscientemente feito para ser facilmente comunicado e compreendido. O sucesso do filme então seria um grande fracasso e vice versa.

Nota: sabia que a menininha americana me lembrava alguém, é a irmã da Dakota Fanning, Elle. Também a tinha notado nos ombros de um oficial em Déjà Vu. Mesmo aparecendo pouco nos 2 filmes puxou o talento da irmã, tem carisma e chama atenção.


posted by RENATO DOHO 12:45 AM
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quinta-feira, março 08, 2007
A nova do Bon Jovi: Lost Highway!



A canção está na trilha do primeiro lugar das bilheterias deste fim de semana nos EUA, Wild Hogs. O álbum inteiro da banda chega em breve.

In my rearview mirror
My life is getting clearer
The sunset sighs and slowly disappears
These trinkets once were treasure
Life changes like the weather
You grow up, grow old, or you hit the road 'round here
So I drive
Watching white lines passing by
My plastic dashboard Jesus
Waiting there to greet us

Hey I finally found my way
Said goodbye to yesterday
Hit the gas, there ain't no brakes on this lost highway
Yeah, I'm busting loose, I'm lettin' go
Out on this open road
It's independence day on this lost highway
Hey hey, hey hey

Don't know where I'm going
But I know where I've been
I'm afraid of going back again
So I drive
Years and miles are flying by
And waiting there to greet us
Is my plastic dashboard Jesus

Hey hey
Hey hey I finally found my way
Said goodbye to yesterday
Hit the gas, there ain't no brakes on this lost highway
Hell, I'm busting loose, I'm lettin go
Out on this open road
It's independence day on this lost highway
Hey hey
Hey hey

Oh patron saint of lonely souls
Tell this boy which way to go
Guide the car, you've got the keys
Farewell to mediocrity
Kicking off the cruise control
And turning up the radio
Got just enough religion
And a half a tank of gas
Come on
Let's go

I finally found my way
Said goodbye to yesterday
Hit the gas, there ain't no brakes on this lost highway
I'm busting loose, I'm lettin go
When I'm out on this open road
It's independence day on this lost highway
Hey hey

Completa
aqui ou aqui.

E um trechinho de outra nova, We've Got It Going On que virou tema das transmissões da AFL pela ESPN este ano, tem até promo em vídeo.

posted by RENATO DOHO 3:00 PM
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